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quarta-feira, 24 de junho de 2009


Discutindo a Relação seria o nome desse blog, mas não apenas daquele jeito.

A idéia seria “discutir a relação” que a gente tem com música, comida, gato, política, cinema, cachorro, educação, natureza, economia, amigos, televisão, festas, propaganda, grana, coleta seletiva, religião, democracia, elefante, água, pai, tendências, Amazônia, feminismo, vagabundagem, planeta Terra, prazer, vanguarda, sexo, drogas, rock’n’ roll e, claro, homens...


Até porque, se as três grandes religiões o fizeram, quem sou eu para me opor? O que se gastou de papel na Bíblia e semelhantes para aconselhar, pregar, determinar, proibir, encher o saco e meter a colher na relação humana entre homens e mulheres... dava pra repor três Amazônias.
A empreitada de um relacionamento é difícil, quase como tentar dançar tango de esporas.
Há até quem duvide que sejamos da mesma raça. E é por isso, talvez, que os “intercursos” entre o povo do mesmo gênero estejam fazendo tanto sucesso.

Acredito mesmo que não seja possível sequer discutir a questão a partir de diferenças tão marcantes.
Quer ver?

Imagine a seguinte situação: mulheres sentadas numa pracinha e eis que, de trás de uma árvore, surge o...TARADO! com a sua indefectível capa bege, e tudo. Quer dizer, sem nada, só a capa.
Vira caso de polícia.

Agora, inverta a situação.
Um grupo de homens está na pracinha, quando, de trás de um arbusto, surge ela... A TARADA! também de capa, e nada mais.
Perceberam?

I rest my case.

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